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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

EPOPEIA 03 - ......E DESDE A VILA DE LAVOS ATÉ Á CIDADE DE PORTO - Por caminhos nunca dantes percorridos

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* * * * * * * * * *EPOPEIA* * * * * * * * * * * *
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>>> Por caminhos nunca dantes percorridos
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>>>>>>>>>>>>>>03>>>>>>>>>>>>>>





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>>>>Relato das férias de Leal e majosilveiro
por terras de Portugal
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>>>>>>>>>>>>Homenagem ao Leal
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>>>Dedico a todos os fotógrafos no Panoramio
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>>>>de João da mestra - majosilveiro
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********E DESDE A VILA DE LAVOS NA FIGUEIRA DA FOZ

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...,… e desde a Vila de Lavos


.......Do alto daquela ponte,…

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…e desde a Vila de Lavos,
Partimos de terra em terra,
Para traz ficou aquela,
Do Leal, seus pais e avós.
>
Gala, Cova ou S. Pedro,
O romântico Rio Mondego,
Com suas salinas e varinas,
De tão belo lhes tenho apego.
>
Linda paisagem p´ra todos nós;
Adeus maviosa Figueira,
Adeus Figueira da Foz.
>
Mira os jardins da belíssima Mira,
Leal, no Brasil não tens isto,
Que gozo com que ele admira,
Vai ter saudades disto.
>
A Toxa logo aparece,
Com sua feira semanal,
Tanto aldeão, tanta coisa, tanto doce,
Parece feira medieval.
>
Com a viagem umas conversas:
Países que estão às avessas,
Mundo que está a afundar,
Advogo com o Panoramio alertar;
Não permitam ele findar.
>
É Agosto e o tempo aquece,
Dias grandes, noite não aparece,
Chegamos ao Porto, mas, que beleza,
No Evaristo, tanta surpresa.
>
A fome aperta, vamos jantar,
Vamos dormir, vamos deitar,
Amanhã há que ir viajar,
Ao Norte vamos vindimar.
>
João da mestra



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majosilveiro

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A SEGUIR: - AVEIRO, COSTA NOVA, GAFANHAS


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sábado, 8 de janeiro de 2011

EPOPEIA 15 - NO CABEDELO DE CANIDELO - Por caminhos nunca dantes percorridos


* * * * * * *Epopeia* * * * * * *

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Por caminhos
nunca dantes percorridos

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>>>>>>>15<<<<<<<

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Relato das férias de Leal e Majosilveiro
por terras de Portugal

>>>>>>Homenagem ao Leal<<<<<<

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Dedico a todos os fotógrafos no Panoramio
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de Joãodamestra – majosilveiro


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*****EM CABEDELO DE CANIDELO*****

* * * * VILA NOVA DE GAIA * * * *


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Em Cabedelo de Canidelo

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No bico, extremo Noroeste do Cabedelo,
Lugar integrante de Canidelo,
Repousamos para mais uns cliques,
Antes da despedida e dos chiliques.

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Surpresos com tal paisagem,
Mais a brisa, uma só leve aragem
De Norte e, virados para Norte,
Contemplamos a Foz; que miragem!

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De Canidelo, que Porto lindo,
Vista que sempre não cansa,
Quanta nossa alcança;
Quanta beleza é sempre surpresa.

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Quanta tanta lindeza,
Neste Rio, neste estuário,
Nesta formosura de beleza,
De tão bela Natureza.

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Quanta paisagem que vista alcança,
Com tanto silêncio, com tanta bonança;
É a Reserva Natural do Estuário
Do Cabedelo, De Canidelo; De Nosso Património.

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Ai que me extenuo, mas que demónio;
Perdemos o norte de enlevarmos o Norte,
Vamos comer que estamos a desfalecer,
Mas, Evaristo é que não teve sorte.

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Menu típico do Porto, a francesinha,
Venha ela, para a mesa nossa,
Apetitosa, condimentada, aqui apreciada,
A francesinha pelo Leal não foi tragada.

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João da mestra



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Agora, resta poetar as recordações.

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Só a francesinha não foi a gosto.

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Pretendi homenagear as amigas e os amigos do Panoramio, que, constantemente me dão o seu apoio e os seus tão simpáticos e importantes comentários nos vários blogues onde escrevo. Espero tê-lo conseguido.
Obrigado
João
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FLORES PARA AS SENHORAS NO PANORAMIO

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De Canidelo também partiram,

para Aquela grande Nação:

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Aquela grande Nação,

O Brasil, é nosso irmão,

Vivemos em comunhão,

Desde o ano mil e quinhentos.

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Para lá, irmãos, foram milhentos,

Portugueses, colonizar,

Território desbravar,

Novas cidades fundar.

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Do Minho ou de Trás-os-Montes,

Foi gente do Povo aos montes.

Do Douro; do Litoral ou do Alto,

Todos deram o salto.

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Da Beira Baixa e da Beira Alta,

Do Ribatejo ou do Alentejo.

Todo o Mundo se exalta,

Se inflama, sem Pejo.

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De todo o nosso Reinado,

Aquém Douro, Portucalense,

Além-Douro, Portugal,

E do Reyno do Algarve,

Foram, com amor de verdade.

*

Os muito recentes colonos,

Das pérolas do Atlântico,

Dos Açores, da Madeira

E também de Porto Santo,

Partiram, com muito encanto.

*

Partiram todos os Homens bons,

Jesuítas, Cristãos e demais religiões,

Espalharam-se por imensas regiões,

Foram fundar tantas Missões.

*

Primeiro foi o Clero e o Povo,

Só mais tarde foi a Nobreza;

Partiu toda a Realeza,

Que não foi viver em pobreza.

*

Fundaram novas cidades;

Os mesmos nomes lhes dão,

Daquelas que os viram partir

E deixar seu coração.

*

Esta foi a maior prova,

Do seu grande amor a esta obra,

De fundar esta nova Nação.

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De Barcelos, Viana e Porto,

Figueira, Santarém, Nazaré,

E de Canidelo, até;

De Gaia, foram meus familiares,

Nem todos tiveram sortes,

Alguns, mais, tiveram azares.

*

II

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Se em Portugal houve Heróis,

Uma padeira, se lembram?

Que combateu Espanhóis.

*

No Brasil, um dentista - cirurgião,

Preferiu carabina ao boticão,

Para impor a Justiça,

A bem do Povo trabalhador,

Contra tanto aldrabão,

Realeza, Nobreza e impostor,

A BEM DAQUELA NAÇÃO.

João da Mestra

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EM HOMENAGEM AOS AMIGOS DO BRASIL, DO PANORAMIO,
DO BLOGSPOT E OU OUTROS QUE, CASO PRETENDAM
CONHECER MELHOR A VILA DE CANIDELO EM CIDADE DE GAIA,

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majosilveiro











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