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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

EPOPEIA 01 - LEAL VEIO A PORTUGAL - Por caminhos nunca dantes percorridos

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* * * * * * * * * * EPOPEIA* * * * * * * * * * * *
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>>> Por caminhos nunca dantes percorridos





>>>>>>>>>>>>>01>>>>>>>>>>>>>




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>>>Relato das férias de Leal e majosilveiro
por terras de Portugal
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>>>>>>>>>>>>Homenagem ao Leal
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>>>Dedico a todos os fotógrafos no Panoramio
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>>>>de João da mestra - majosilveiro
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>>>>>>>>>>>>>>>>LEAL VEIO A PORTUGAL




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Em S. Pedro, Gala - Figueira da Foz
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LEAL VEIO A PORTUGAL
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O Leal veio a Portugal,
Ver se tudo estava igual,
De ao tempo em que partiu,
Para aquele imenso Brasil.
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Tinha ele doze anos,
- Foi só há sessenta anos -
Foi no navio Vera Cruz,
Com a Bênção de Jesus.
>
Seu pai que o levou,
Não mais cá voltou,
Nem ele p´ra ver seu avô;
Veio agora, mas, veio só.
>
Não conheceu já Portugal,
Porque já nada está igual,
Tudo está agora diferente,
Tudo mudou num repente.
>
Tudo mudar num repente,
Não é assim, de verdade;
Era sim já muita a saudade,
Por tantos anos de ansiedade.
>
Foi muita a satisfação,
Em toda a sua povoação,
Uma grande recordação,
Provocou em todo o aldeão.
>
Lindas, trigueiras e joviais
Moçoilas, havia quando partiu,
Veio encontrar curvadas acatadas anciãs;
A vida pulou vida, que a pariu.
>
A vida avança,
Nunca descansa;
O tempo passou,
Nunca de tal se lembrou.
>
Chegou para aniquilar a nostalgia,
Partiu invadido de uma maior melancolia.

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João da mestra



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majosilveiro
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A SEGUIR; EM LAVOS, FIGUEIRA DA FOZ
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

EPOPEIA 09 - DE VIANA DO CASTELO A PONTE DE LIMA - Por caminhos nunca dantes percorridos



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* * * * * * * * * * * * EPOPEIA* * * * * * * * * * * *




>>>>>>Por caminhos nunca dantes percorridos








>>>>>>>>>>>>09>>>>>>>>>>>>







>>>>Relato das férias de Leal e majosilveiro
>>por terras de Portugal







>>>>>>>>>>Homenagem ao Leal






>>Dedico a todos os fotógrafos do Panoramio





>>>>de João da mestra - majosilveiro





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>>>> >>>>>>>>>>>DE VIANA DO CASTELO A






>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>PONTE DE LIMA


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De Viana do Castelo a Ponte de Lima
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Partimos de Santa Luzia,
Era ainda muito dia,
Directos ao “Encanada”,
Sempre lá há grande mesada.
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Rojões à Ponte de Lima,
Na mesa, foi posto em cima,
A acompanhar um verde tinto,
Que logo fez chorar e eu não minto.
>
Aquele puro sabor da uva,
Aquela cor a pintar a caneca,
Sangue do vinho verde do Minho,
Que o Evaristo bebeu com carinho.
>
Carinho de bom Português,
Que p´ro Brasil foi de vez,
Mas, que não esquece suas raízes,
O que nos torna muito felizes.
>
João da mestra



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majosilveiro

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A SEGUIR; - VILA DE PONTE DE LIMA
>>>>>>>>>>>>>; - AS VINDIMAS EM CEPÕES
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

EPOPEIA 10 - VINDIMAS EM CEPÕES, PONTE DE LIMA - Por caminhos nunca dantes percorridos

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>>>>>>>>>>>>>>>>>ADEUS Ó PONTE DE LIMA



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ADEUS Ó PONTE DE LIMA
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Estamos penetrados no Minho,
Que eu canto com carinho;
Saímos de Vila de Ponte de Lima,
Vamos um pouco mais p´ra cima.
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Bela paisagem que encanta,
Bom vinho, boa garganta,
Vamos cantar ao Minho,
Prometo não dasafino;
Cantiga á desgarrada,
Já que a mesma foi criada,
Na mesa do "Encanada".
*
*
Adeus ó Ponte de Lima,
Adeus ó "velho Encanada",
Que de velho já não tens nada;
Vamos agora á vindima,
Levamos uma barrigada.
*
Teus rojões à moda do Minho,
E o arroz de Sarrabulho,
Mais aquele bom vinho,
Que magnífico carinho.
*
Joãodamestra
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* * * * * * * * * * EPOPEIA* * * * * * * * * *
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>>> Por caminhos nunca dantes percorridos








>>>>>>>>>>>>>>10>>>>>>>>>>>>>>



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>>>>Relato das férias de Leal e majosilveiro

por terras de Portugal
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>>>>>>>>>>>>Homenagem ao Leal
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>>>Dedico a todos os fotógrafos no Panoramio
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>>>>de João da mestra - majosilveiro

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>>>>>>>>VINDIMAS EM CEPÕES , PONTE DE LIMA
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Eram cachos aos montões,
Eram uvas aos milhões,
Lá na quinta d´Aldeia,
Da aldeia de Cepões.


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Vindimas
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Deixamos Ponte de Lima,
Para irmos à vindima;
Subimos encosta acima,
Bela vista nos anima.
>
Aconteceram as vindimas,
Lá na Quinta da Aldeia,
Da aldeia de Cepões.
>
Eram cachos aos montões,
Eram uvas aos milhões,
Lá na quinta d´Aldeia,
Da aldeia de Cepões.
>
É a quinta do Osório,
Naquele belo promontório,
Onde não falta o ar.
>
Foi toda manhã a cortar,
Cachos dourados do branco;
Cacho d´uva vindimar,
Para depois o ir pisar.
>
Colher bom vinho da região,
O Verde tinto e o branco,
Para depois irmos almoçar,
Juntos, num grande banco.
>
E lá veio a dobrada,
Carnes e feijoada,
Mão de vaca bem lavada,
E pé de porco mas limpo.
>
À tarde colhemos o tinto,
Muito bom, que eu até sinto,
Do mesmo que se bebeu,
Naquele almoço, todos e eu.
>
Tantos, eu os vi afrouxar,
À sombra com uma “ramada”,
Que debaixo de outra ramada,
Eu cortava e mais cortava.
>
Tudo bem organizado,
Uns distribuíram comida,
Outros distribuíram bebida
Nada estava acabado.
>
Joana, que veio vindimar,
Com jarro, água, andava a dar,
Porque ainda não tinha vinho,
Ainda o faltava pisar.
>
E lá andou o Leal a trabalhar,
Tanto cacho sempre a cortar,
Tesoura na mão, a vindimar,
Mente distante, a recordar:
>
Outros tempos já lá vão,
Seu avô fazia o pão,
Lá na aldeia de Lavos,
Onde também colhia vagos.
>
João da mestra


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Mente distante, a recordar:
Outros tempos já lá vão,
Seu avô fazia o pão,
Lá na aldeia de Lavos,
Onde também colhia vagos.



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Para irmos à vindima;
Subimos encosta acima,
Bela vista nos anima.







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Foi toda manhã a cortar,
Cachos dourados do branco;
Cacho d´uva vindimar,
Para depois o ir pisar.









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Colher bom vinho da região,
O Verde tinto e o branco,





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Do mesmo que se bebeu,
Naquele almoço, todos e eu.









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Colher bom vinho da região,
O Verde tinto e o branco,
Para depois irmos almoçar,
Juntos, num grande banco.



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E lá veio a dobrada,
Carnes e feijoada,
Mão de vaca bem lavada,
E pé de porco mas limpo.
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À tarde colhemos o tinto,
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majosilveiro

Caro amigo; Se gosta de Portugal e de toda a beleza que ele contém, visione os blogues;
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Abraço
majosilveiro
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A SEGUIR; SANTUÁRIO DE BOM JESUS DE BRAGA
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>>>>>>>>SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DE SAMEIRO EM BRAGA
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